Rejeição social ao progressismo é sinal de avivamento

24/05/2024

Michael Brown é um escritor cristão e apresentador de rádio conhecido por sempre pontuar os fatos sociais sob a perspectiva evangélica dos Estados Unidos. Em uma entrevista recente, afirmou crer que uma “nova onda do Espírito Santo” está agindo em seu país, para sacudir a Igreja.

Desde o culto de oração que se estendeu por dias, chamado de Avivamento de Asbury, o escritor tem notado que esse seria um primeiro movimento para chacoalhar a Igreja norte-americana, com o propósito de protagonizar uma mudança social positiva.

“Estou profundamente convencido, como muitos, muitos outros cristãos na América, de que sem um avivamento abrangente na Igreja que impacte a sociedade, a América como a conhecemos estará acabada. Precisamos de algo radical para mudar”, declarou Michael Brown.

Nesse contexto, o escritor acaba de publicar um livro chamado Turn the Tide: How to Ignite a Cultural Awakening (“a virada da maré: como desencadear um despertar cultural”, em tradução livre), em que aponta os fatores que enxerga como necessários para que um avivamento leve a uma reforma no país.

“Estamos em uma situação urgente. Acredito que estamos vendo bolsões de Deus se movendo em diferentes partes da América. Então, temos que aproveitar este momento e depois trabalhar com Deus para mudar a maré”, declarou Brown.

Em entrevista ao The Christian Post, o escritor falou sobre temas como a derrubada do precedente jurídico Roe versus Wade, que liberava o aborto em todo o país e agora deixou de vigorar, e o aumento da rejeição social às bandeiras progressistas, como por exemplo a ideologia de gênero.

“Definitivamente são questões e batalhas de longo prazo. Muitas vezes, como seguidores de Jesus, temos uma mentalidade de curto prazo. Aqueles com outras agendas sociais, aqueles que lutam pelo que consideram ser igualdade e tolerância nas relações homossexuais ou aqueles que lutam pelo que dizem ser a autonomia da mulher, pró-aborto, etc., muitas vezes têm uma mentalidade de longo prazo”, descreveu.

Como exemplo disso, ele citou os “ideólogos marxistas nos anos 60 que falavam sobre a ‘longa marcha’”, que cobraria deles uma ação planejada e paciente para “mudar o pensamento dos americanos”.

“Agora vemos o quão bem-sucedidos eles foram”, lamentou o escritor, acrescentando que o trabalho da Igreja para influenciar a sociedade e conviver com movimentos radicais que “declararam guerra à religião” será árduo:

“A nossa posição é que se alguém não estiver a infringir a lei, pode viver a sua vida como quiser e tem de responder a Deus. Em outras palavras, os seguidores de Jesus não estão aqui para serem polícias morais e ver como as pessoas vivem em segredo e dizer-lhes o que podem e o que não podem fazer. Mas o outro lado é que muitos daqueles que estiveram na linha de frente do ativismo LGBTQ+ […] nos rotularam de ‘intolerantes’, classificaram as nossas opiniões como odiosas e disseram que não há lugar para o nosso ponto de vista”, resumiu.

Brown finaliza indicando que a Igreja deve “aproveitar o momento” e agir de forma decisiva: “Temos que dizer: ‘OK, agora nos empenhamos mais profundamente em oração. Agora nos dedicamos ainda mais ao alcance comunitário. Agora nos dedicamos ainda mais a fazer mudanças positivas no mundo que nos rodeia’. Se continuarmos a derramar o que Deus derramou, veremos um mover contínuo do Espírito. E vai crescer de ano para ano”, finalizou.

Pastores distantes da Bíblia deixaram igrejas vulneráveis ao mundo

24/05/2024

Para Barna, o que se vê na sociedade atualmente é a “invisibilidade cristã em nossa cultura”, resultado do abandono à cosmovisão bíblica e à preocupação com a formação espiritual dos fiéis.

O especialista – fundador do Barna Group, empresa de pesquisa dedicada a temas ligados à religião nos EUA – afirmou ainda que ao longo das últimas décadas a mensagem do Evangelho deixou de ser o eixo das famílias:

“As famílias têm investido menos tempo e energia no crescimento espiritual, especialmente de seus filhos. A mídia agora influencia mais a Igreja do que a Igreja influencia a mídia, ou a cultura, por assim dizer. O corpo cristão tende a se desviar, discutindo sobre muitas coisas que realmente não importam”, lamentou o pesquisador.

“As pessoas se tornaram mais egoístas, as igrejas se tornaram menos influentes, os pastores se tornaram menos centrados na Bíblia”, acrescentou Barna, de 69 anos.

Formação ministerial

De acordo com informações do portal The Christian Post, Barna entende que, em uma perspectiva mais ampla, uma das tendências mais preocupantes é o declínio do discipulado e a falta de formação bíblica sólida nos seminários.

Ele também reprovou as métricas predominantes usadas pelas igrejas para avaliar o sucesso, como frequência, arrecadação de fundos e infraestrutura, enfatizando que essas medidas têm pouco a ver com a verdadeira missão de Jesus: “Há uma liderança deficiente nos seminários que engana as igrejas locais, fazendo com que acreditem que estão realmente treinando indivíduos que Deus chamou para ser líderes e que são qualificados para liderar, e os certificam para liderar igrejas locais, sem saber como fazê-los avançar”, explicou.

Barna disse ainda que embora muitos seminários tenham “boas intenções”, eles levam os jovens líderes ministeriais ao fracasso: “Você obtém o que mede. Então, se você medir as coisas erradas, obterá resultados errados”, alerto

“[Pastores] medem quantas pessoas comparecem, quanto dinheiro arrecadam, quantos programas oferecem, quantos funcionários contratam, quantos metros quadrados construíram. Jesus não morreu por nada disso. Estamos medindo as coisas erradas e, consequentemente, obtendo resultados errados”, asseverou.

Igreja fará mega acampamento com 18 mil barracas e jovens do Brasil

24/05/2024

Uma convenção de líderes de jovens será realizada na Arena BRB Manu Garrincha, em Brasília, com previsão de receber até 20 mil pessoas, de 18 nacionalidades diferentes, em um mega acampamento.

A Convenção Maranata reunirá milhares de jovens durante os dias 29 de maio a 01 de junho. O evento será voltado à liderança de jovens da Igreja Adventista do Sétimo Dia, com foco em treinamento e capacitação para atuação nas congregações.

Segundo a nota de divulgação, foi montada uma “megaestrutura de acampamento, programação diversificada e atividades em vários pontos da cidade” para proporcionar aos inscritos “uma experiência multicultural e o exercício da solidariedade”.

“A Convenção Jovem Maranata é, em suma, uma celebração do trabalho social e
espiritual que os jovens adventistas desempenham em suas igrejas e comunidades.
Encontros semelhantes acontecem com frequência pelo país, mas é a primeira vez em
22 anos que ocorre em dimensão internacional. O evento proporcionará aos
participantes interação e networking, imersão em outras culturas, inspiração e
capacitação”, diz a nota.

De acordo com informações da assessoria de imprensa da Igreja Adventista, os jovens terão a programação no palco central e também atividades em grupos menores para semi plenárias, workshops, turismo pela cidade e visita à Expoleader, uma feira com stands, shopping e museu, erguida dentro do estádio.

“A área contará com duas megacozinhas, dois megabanheiros com chuveiros elétricos, um posto de saúde e um hospital com UTI”, informa a nota, acrescentando que toda a programação no palco central terá interpretação em Libras nos telões e tradução
simultânea de algumas partes do programa, que pode ser acompanhada via rádio
nos aparelhos particulares.

“O evento é destinado a pessoas que atuam na liderança de grupos de jovens em
suas igrejas. 18 nacionalidades estão representadas entre os participantes inscritos. A
programação não será aberta ao público geral”, informou a assessoria de imprensa.

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